Midiamax
BUSCA: 
Espaço do Leitor
Espaço do leitor
 Capa

 Últimas Notícias

 Municípios

 Política

 Brasil

 Geral

 Polícia

 Esportes

 Mundo

 Loterias

 Negócios

 Economia

 Agronegócio

 Cultura

 Turismo

 Marketing

 Cinema

 Entretenimento

 Transparência

 Educação

 Emprego

 Gastronomia

 Saúde

 Bastidores

 Pimenta no Reino
Boletim
Receba notícias em seu E-mail
Blogs
 Alex Fraga

 Amor no Singular

 Ana Cavalheiro

 Cozinha de Raízes

 Eugênia Amaral

 Falo Blogo Escrevo

 Festas e Eventos

 João Campos Online

 Nilson Pereira
Articulistas





 Fernando Soares
Mais Lidas
01 Jovem de 24 anos morre em acidente na BR-060 em MS

02 Cantora mato-grossense desaparece em Campo Grande

03 Com muita informação sobre usuários, rede social se torna 'prato cheio' para golpistas

04 Homem quebra vidro de coletivo com soco ao ficar com o pé preso

05 Gafes tumultuam sessão na Assembleia Legislativa

Tempo
Outras Cidades de MS
Acesso Fácil
Faça da Midiamax sua página inicial
Redação
(67) 3324-0082
Enviar E-mail
Brasil

03/02/2012 21:02

Anfavea defende manutenção de acordo automotivo com México

Aumentar texto Diminuir texto

Luciene Cruz, Agência Brasil / WQ

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, defendeu hoje (3) a manutenção do acordo automotivo entre o Brasil e o México. “Achamos esse acordo muito importante para o país e confirmamos a necessidade de manter esse acordo”, disse.

Representantes de diversas montadoras se reuniram nesta tarde com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, para argumentar que haverá prejuízo ao Brasil caso haja rompimento da parceria comercial com o México. Belini, no entanto, acredita que o acordo será mantido. “Não falamos sobre rompimento. O que existe hoje é processo, de dentro do governo, de reavaliação do acordo”, comentou.

Na opinião do presidente da Anfavea, o “desequilíbrio na balança comercial”, que tem preocupado o governo, não afeta a indústria automotiva brasileira. “Esse desequilíbrio não interfere. Existem importações e exportações.
Quando têm acordos bilaterais tem que ver que há dois lados. De um lado, temos superávit com a Argentina e, por outro lado, déficit com o México. São períodos cíclicos”, argumentou.

Belini não quis adiantar quais mudanças estão sendo discutidas pelo governo. Segundo ele, uma nova reunião com o setor produtivo será marcada assim que as alterações forem definidas.

No Palácio do Planalto, o assunto também foi discutido entre a presidenta da República, Dilma Rousseff, e os ministros de Relações Exteriores, Antônio Patriota, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Na saída do encontro, Pimentel afirmou que o Brasil e o México vão renegociar o acordo de importação de automóveis.

Firmado em 2002, o acordo bilateral permite a importação de veículos, peças e partes de automóveis do México com redução de impostos e institui um percentual mínimo de nacionalização dos veículos vindos do país. A parceria é semelhante à que existe entre o Brasil e os países do Mercosul. Da forma como está, o tratado tem beneficiado os mexicanos, visto que as importações de veículos do México tiveram aumento de 40% e o país é o terceiro maior vendedor para o mercado brasileiro.

 



Comentários (1)

04/02/2012 00:22
lesadopelaanfavea
essa nota mostra mais uma vez o poder das montadoras "brasileiras", pois as mesmas se especializaram em fazer carros pelados e 1.0, enquanto que carros com mais ou menos algum conforto e tecnologia são feitos no México ou Argentina, é hipocrisia deles defenderem esse acordo e forçarem o governo a imbutir 30% nos outros importados.

22h34
Brasil já tem 1,5 milhão de imigrantes regularizados
20h34
No primeiro dia da Lei de Acesso à Informação, Banco Central foi órgão com maior demanda
19h41
Ministério Público do Rio denuncia Thor Batista por homicídio culposo
Artigo do dia
Mauri V. Ricciotti
Cachoeiras e Cascatas
Entrevista
Para advogados criação de banco de DNA de presos não ajuda na investigação criminal
Loteria
Mega-Sena pode pagar R$ 14 milhões hoje; veja as dezenas sorteadas