Campo Grande (MS), Terça-feira, 09 de Fevereiro de 2010 Faça do Midiamax a sua Página Inicial
BUSCA:  Web  Midiamax 
Espaço do Leitor
Espaço do leitor
Página B
Paranaíba já começa a instalar decoração do Carnaval 2010
 Capa

 Últimas Notícias

 Municípios

 Política

 Agronegócios

 Bastidores

 Geral

 Polícia

 Brasil

 Economia

 Negócios

 Esportes

 Mundo

 Marketing

 Cinema
Blog
 Ana Cavalheiro

 Aves e Notícias

 Eugênia Amaral

 Nilson Pereira

 Pecuária MS

 Ricardão
 
Boletim
Receba notícias em seu E-mail
Articulistas





Tempo
Mais Lidas
01 Suspeitos de matar menino de 13 anos após briga nos Altos da Afonso Pena se apresentam à polícia

02 Catador de lixo morre atropelado por motocicleta

03 Ladrões invadem casa; disparam contra vítimas e fogem

04 TJ manda soltar jornalista que matou a tiros criança de 2 anos em discussão no trânsito

05 STJ nega indenização e pune cabeleireira de Dourados que viveu como amante

Redação
(67) 3324-0082
Enviar E-mail
Geral
Tamanho da fonte
08/03/2008 10:12
Índios de Douradina invadem fazenda em Rio Brilhante
 
Dourados Agora/JP

Um grupo de 128 índios das etnias guarani e caiuá invadiu a Fazenda Santo Antônio da Nova Esperança, localizada a oito quilômetros de Rio Brilhante. Um dos sete proprietários da área rural é o advogado douradense Mário Cerveira, que entrou ontem com um pedido de reintegração de posse. De acordo com o advogado, a informação de que os índios teriam invadido a fazenda chegou até o seu conhecimento no último dia 29.

O grupo teria invadido a área de 430 hectares, por meio de uma lavoura de soja. No dia seguinte, o proprietário registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Rio Brilhante. O clima é tenso. De acordo com o advogado, ele e o funcionário da fazenda estão impedidos de se aproximarem. Com isso, segundo Cerveira, os trabalhos de remanejamento do gado estão comprometidos.

Ele teme prejuízos. “Não gostaria que houvesse derrubada de árvores para a retirada da madeira ou sumiço de animais silvestres que estão dentro da mata”, disse, observando que no local existe o plantio de 120 hectares de arroz, mata e áreas de pastagens. O proprietário alega que houve uma tentativa de negociação entre ele e a Funai. “Entrei em contato com a diretoria da fundação, que prometeu tomar providências. Diante de um possível impasse entre a própria Funai com os indígenas acerca de negociação, fui obrigado a apelar para o Ministério Público”, explica.

A diretora da Funai em Dourados, Margarida Nicoletti, disse que está encaminhando um documento para Brasília solicitando a avaliação de um antropólogo no local invadido. “O grupo acredita que as terras que eles ocuparam pertenciam a seus antepassados. Somente com avaliação de um profissional é que será possível afirmar qualquer hipótese”, explica.

Nicoletti, disse que esteve com os 128 indígenas, na última quinta-feira, para buscar um acordo. “Eles estão no local porque se dizem cansados de esperar por uma decisão da justiça na recuperação das terras que eles acreditam pertencer à comunidade. Segundo eles, este é um meio de apressar o processo”, conta, informando que o grupo saiu de aldeias de Douradina.

Margarida disse que não notou nenhum tipo de depredação ou prejuízos no local e que vai aguardar orientação da presidência da Funai em Brasília.


Charge do dia
Charge
07h26
Identificadas vítimas do acidente com a carreta que tombou na BR-262
07h05
Trecho da BR-262 é interditado para passagem de carretas
06h57
Bombeiros buscam corpo no córrego Anhanduizinho na Capital
Entrevista
Violência entre jovens retrata preconceito e autoafirmação, diz especialista
Especial
Gabriela Calçados é condenada por assédio moral e por violar regras trabalhistas


Expediente - Fale Conosco - Notícias anteriores - Anunciar no site
Copyright © 2003 Todos os direitos reservados a Midiamax. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização.