Midiamax
BUSCA: 
Espaço do Leitor
Espaço do leitor
 Capa

 Últimas Notícias

 Municípios

 Política

 Geral

 Polícia

 Brasil

 Esportes

 Loterias

 Negócios

 Economia

 Mundo

 Cultura e Lazer

 Agronegócios

 Cinema

 Marketing

 Bastidores
Articulistas





Blog
 Alex Fraga

 Ana Cavalheiro

 Aves e Notícias

 Circulando

 Cozinha de Raízes

 Eugênia Amaral

 Festas e Eventos

 Nilson Pereira

 Pecuária MS
 
Mais Lidas
01 Confira os vídeos da Operação Uragano

02 Artuzi sabia que esquema estava sendo gravado, diz jornalista

03 Veja os números sorteados no concurso 1210 na Mega-Sena

04 Artuzi já se condenou nas gravações, diz especialista judiciário

05 Artuzi está sem comer porque rejeitou "comida de cadeia"

Indicadores
Dólar R$ 1,723
Soja (60Kg) R$ 39,50
Arroba vaca R$ 80,00
Arroba boi R$ 86,00
Boletim
Receba notícias em seu E-mail
Redação
(67) 3324-0082
Enviar E-mail
Brasil

11/04/2009 16:44

Vírus da hepatite B cria resistência a droga usada no SUS

Aumentar texto Diminuir texto

Folha Online/ME

O vírus da hepatite B, doença que atinge 2 milhões de brasileiros, criou resistência a um dos principais medicamentos usados no SUS (Sistema Único de Saúde), o que está levando o Ministério da Saúde a formular uma nova política para melhorar o tratamento da doença.

Inalterado há seis anos, o atual protocolo prevê a distribuição de apenas dois remédios-o interferon alfa e a lamivudina. No caso da lamivudina, estudos mostram que a taxa de resistência do vírus chega a 80% a partir do quinto ano de uso. O interferon alfa tem baixa eficácia e efeitos colaterais.

A expectativa dos médicos é que o novo protocolo inclua drogas mais eficazes e com uma taxa de resistência menor. Entre elas estão o entecavir (Bristol), o adefovir (GSK) e a telbivudina (Novartis), além dos interferons peguilados.

Segundo o médico Evaldo Stanislau Affonso de Araújo, do Hospital das Clínicas da USP e coordenador do comitê de hepatites da Sociedade Brasileira de Infectologia, há um consenso de que os atuais medicamentos antivirais usados no SUS estão ultrapassados.

"Eles não são os ideais para quem já está em tratamento nem para quem vai começar." Araújo afirma que a lamivudina, por exemplo, deveria ser usada somente em casos de emergência. "Quando o paciente já tem indicação de transplante, por exemplo."

Araújo participou do comitê científico que preparou o novo protocolo no Ministério da Saúde e diz que as drogas usadas atualmente no SUS diminuem a carga viral num primeiro momento, mas inviabilizam o tratamento a longo prazo. "A doença acaba evoluindo para transplantes e outras complicações, como câncer. Além de prejuízo ao paciente, isso encarece o sistema de saúde."

Segundo ele, a tendência é que haja uma associação de medicamentos para controlar a doença. Para Araújo, os custos adicionais trazidos por essas novas drogas não deverão ser muito altos porque apenas uma parcela dos pacientes -aqueles multirresistentes- irá precisar delas. Segundo o Ministério da Saúde, ainda não há uma previsão do custo da inclusão dessas novas drogas no SUS.

Na opinião de Jeová Pessin Fragoso, dirigente da ONG Grupo Esperança, voltada a portadores de hepatite, a expectativa é que o novo protocolo inclua, além dos novos medicamentos, exames de biologia molecular, usado para medir a carga viral e definir as estratégias de tratamento adequadas para cada paciente.

Fragoso afirma que são poucos os locais do SUS que oferecem esses exames.

16h48
PT vai à Justiça com duas novas ações contra Serra
16h27
135 milhõe de livros didáticos serão distribuidos a escolas públicas
15h43
Anúncios de desaparecidos em TVs poderão ser obrigatórios
Artigo do dia
João Campos
Homem público não tem sigilo
Entrevista
Santa Casa revisa contratos terceirizados para equilibrar as finanças
Loteria
Mega-Sena acumula e pode pagar hoje R$ 31 milhões